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Ateliê do pensar

A Quase Descriação do Mundo, por Maira Avi

Satã estava muito angustiado com toda a sua alegria dolorida que vivia no Inferno. Como todas as vezes que essa angústia se abatia sobre ele, decidiu dar uma volta fora dos domínios do Inferno para tomar uma fresca, um vento... Continue lendo →

Setembro Amarelo: Bela Manhã, por Leonardo Couri

Bela Manhã por Leonardo Couri, membro filiado da SBPRP   A menina solitária, melancólica, após acordar de um sonho mal dormido, toma um café ralo e requentado. Olha para o universo de prédios, concretos e nuvens da janela de seu... Continue lendo →

Poema “Delusão”, de Maira Cecília Avi

Delusão Gente e bicho Um tem mente O outro sente Bicho precisa da mente de gente (?) Mas gente precisa do que o bicho sente A fronteira existe? Porque fronteira é separação, Mas também é ligação Ou nomeamos de fronteira... Continue lendo →

Homenagem a Freud, por Thaís Helena Thomé Marques

De dentro para dentro  por Daniel Rodrigues de Freitas, membro filiado SBPRP A necessidade é a mãe de todas as coisas, já dizia o outro. Estudá-lo, esquecê-lo, matá-lo, cultuá-lo, odiá-lo, ignorá-lo, reverenciá-lo, enfim, cada um de nós, em algum nível,... Continue lendo →

“LABIRINTO, UMA EX-POSIÇÃO das obras de Maria Fernanda Furtado Diniz

LABIRINTO, UMA EX-POSIÇÃO (por Maria Fernanda Furtado Diniz, membro filiado da SBPRP) O contato com o mundo que me cerca, as ressonâncias das vibrações daqueles que penetram minha alma, as agitações constantes das entranhas do meu ser, me levam a... Continue lendo →

Poema “Infância”, de Denise Antônio

Dona Tonica estava morta Medo da morte quem não tem? O irmão mais velho faz a aposta: “Qual de nós tem coragem de olhar a cara da morta?” Dona Tonica não era uma mulher qualquer, era aquela vizinha que tinha... Continue lendo →

Poema “Nina”, de Gustavo Machado

Desafio a fio quem entenda Como pode uma dor ter emenda? Nina não encontrava saída para sua dor tão pouco diluída, um veneno correndo por suas veias, sem soro ou anistia Uma estrangeira em seu corpo, não se reconhecia Como... Continue lendo →

Poema “Infância”, de Daniel Rodrigues de Freitas

Época poderosa, a infância! Oficialmente não se podia fazer muita coisa. Mas o oficial, acho que nem existia de fato. Só o extra-oficial interessava. A gravidade, por exemplo, lei muito séria, da maior gravidade... Uma das primeiras, que com mertiolate aprendemos.

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